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Archive for the ‘Noticias’ Category

Jornal Voz da Figueira 12-12-2018

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A SMS lançou mais um livro no dia 15 de Agosto às 11h30, da autoria de Maria Isabel Sousa com o título “O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz”, O evento contou com a presença dos presidentes da junta e da câmara.
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Voz_da_Figueira_15_08_2018

Noticia do Jornal “Voz da Figueira de 15-08-2018”

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Autarquia empenhada em salvar “a ruína” do Mosteiro de Seiça

O mosteiro de Seiça deverá vir a ser “expurgado” de tudo o que não tenha a ver com a ruína do convento. «Este é o critério mais seguro para o leque das linhas de financiamento» e para a necessária classificação como “Edifício de Interesse Nacional”, por parte da Direcção Geral do Património Cultural. Palavras do presidente da Câmara, ontem na feira anual de Seiça, no lançamento do livro “O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz – do silêncio dos arrozais ao ruído fabril”, da autoria da docente de História Maria Isabel Sousa.
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Leia a notícia completa na edição em papel.
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Noticia do jornal “Diário_de_Coimbra_16-08-2018”

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Feira anual de Seiça espera entre 4 a 5 mil visitantes.

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Noticia do jornal “Diário_de_Coimbra_15-08-2018”

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Recuperacao_Mosteiro_de_Seica_Jornal_As_Beiras_pag8_20180801
Recuperação do Convento de Seiça
No entanto, ainda não há garantias de que a segunda parte daquelas empreitadas terá direito a financiamento europeu, daí a autarquia optar por criar uma “almofada” financeira.
“Isto é uma alavanca, mas também estamos a falar de, por exemplo, financiar aquilo que é necessário fazer para a recuperação do Convento de Seiça, além de garantirmos a equidade intergeracional, porque não estamos a agravar o futuro”, concluiu a presidência.
“Votámos a favor porque entendemos que a proposta tem cabimento e é favorável à saúde financeira do município. Todas as boas medidas que sejam apresentadas pelo executivo são merecedoras do bom acolhimento por parte da oposição [na câmara]”, declarou o vereador do PSD Carlos Tenreiro ao DIÁRIO AS BEIRAS. | Jot’Alves
Noticia: Jornal As Beiras pag.8 20180801

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Mosteiro de Santa Maria de Seiça – foto de Raúl Garcia

Numa pergunta dirigida ao Ministro da Cultura, a 21 de fevereiro passado, as deputadas do CDS-PP Ana Rita Bessa, Teresa Caeiro e Vânia Dias da Silva questionaram se o governante teria conhecimento do pedido endereçado à Direcção Regional de Cultura do Centro (DRCC), pela autarquia da Figueira da Foz, para alteração do grau de classificação do Mosteiro de Santa Maria de Seiça de Interesse Público para Monumento Nacional, e se vai atender ao pedido, para que a autarquia possa aceder a linhas de financiamento só disponíveis para aquela classificação, e assim preservar o património cultural que aquele Mosteiro representa.

Em resposta aos parlamentares do CDS-PP, o gabinete do Ministro da Cultura confirma que o referido pedido deu entrada nos serviços da DRCC, “encontrando-se neste momento em análise e recolha de elementos para instrução do processo”.
Adianta ainda o mesmo gabinete que “neste contexto, uma equipa desta direcção regional, constituída por técnicos da área da Arqueologia e História da Arte, já se deslocou ao local para análise dos critérios estabelecidos na legislação”.

Recorde-se que o Mosteiro de Santa Maria de Seiça está classificado como imóvel de Interesse Público desde 2002. Em 2004 foi adquirido pelo Município da Figueira da Foz que está já munida de um projecto de conservação do mosteiro e requalificação da respectiva zona envolvente.

http://www.figueiranahora.com/actualidade/mosteiro-de-santa-maria-de-seica-visitado-por-tecnicos-de-arqueologia-e-historia-da-arte

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Mosteiro de Seiça – imagem de Raúl Garcia

Numa pergunta dirigida ao Ministro da Cultura, as deputadas do CDS-PP Ana Rita Bessa, Teresa Caeiro e Vânia Dias da Silve questionam se o governante tem conhecimento do pedido endereçado à Direcção Regional de Cultura do Centro pela autarquia da Figueira da Foz, para alteração do grau de classificação do Mosteiro de Santa Maria de Seiça, de Interesse Público para Monumento Nacional, e se vai atender ao pedido, para que a autarquia possa aceder a linhas de financiamento só disponíveis para aquela classificação, e assim preservar o património cultural que aquele Mosteiro representa.

Na sua edição de 18 de janeiro p.p., o Diário As Beiras publicou a notícia “Autarquia quer reclassificação para o Convento de Seiça”, onde se dava conta de que “a Câmara da Figueira da Foz solicitou à Direcção Regional de Cultura do Centro a alteração do grau de classificação do Convento de Seiça, de Interesse Público para Monumento Nacional”.

O pedido justifica-se com o argumento de que, “caso aquela proposta seja aceite, a autarquia poderá aceder a linhas de financiamento só disponíveis para aquela classificação”, cabendo agora à Direcção-Geral de Património avaliar a proposta.

Ainda de acordo com a notícia do Diário As Beiras, a autarquia figueirense “já tem o projecto para a conservação das ruínas do mosteiro e requalificação da zona envolvente”, demonstrando assim interesse em “preservar o património cultural que representa o convento de Santa Maria de Seiça”.

De acordo com uma breve nota histórica publicada pelo jornal digital Figueira na Hora, “de fundação lendária, deste edifício monástico, doado no século XII por D. Sancho I à Ordem de Cister, sob patrocínio do Mosteiro de Alcobaça e sob invocação de Santa Maria, conforme uso em todos os mosteiros da Ordem, não resta mais do que uma imponente e impressionante ruína.

Este complexo monástico cisterciense, localizado junto à ribeira de Seiça, foi fundamental na reorganização territorial e social das povoações do estuário do Mondego, pela introdução dos seus avançados conhecimentos de técnicas agrícolas (desbravamento de terras, drenagem de solos, etc. …).

Com a extinção das Ordens Religiosas, em 1834, o conjunto arquitectónico foi apropriado pelo Estado, tendo posteriormente sido entregue à Junta de Paróquia de Nossa Senhora do Ó do Paião a Igreja e a Sacristia do Mosteiro de Santa Maria de Seiça, através de Carta de Lei de 22 de fevereiro de 1861, emitida por D. Pedro V.

Em 1895 a Junta de Paróquia vendeu o Mosteiro de Seiça a particulares e em 1911 o Mosteiro foi vendido novamente.

O seu riquíssimo recheio há muito que foi reaproveitado por outras igrejas e capelas do concelho. A grande chaminé que o ladeia, testemunha também o seu reaproveitamento enquanto unidade fabril de descasque de arroz, durante o século XIX, e serve hoje como local de vigia das cegonhas que guardam o silêncio e a quietude deste local.

Está classificado como imóvel de Interesse Público desde 2002.

Em 2004 foi adquirido pelo Município da Figueira da Foz”.

http://cds.parlamento.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=21043:cds-quer-saber-se-governo-vai-classificar-mosteiro-de-santa-maria-de-seica-como-monumento-nacional&catid=59:geral&Itemid=64

http://www.figueiranahora.com/politica/cds-quer-saber-se-governo-vai-classificar-mosteiro-de-santa-maria-de-seica-como-monumento-nacional

Foto: Raúl Garcia/Direitos Reservados

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