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Jornal Voz da Figueira 12-12-2018

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Mosteiro de Seiça foi promovido a Monumento Nacional

O mosteiro de Santa Maria de Seiça passou de Imóvel de Interesse Público a Monumento Nacional. A subida à primeira divisão da tabela de classificação de imóveis da Direção Geral do Património Cultural confere-lhe um estatuto que facilita a recuperação e conservação daquilo que ainda resta do convento.
Por outro lado, a elevação a Monumento Nacional abre as portas ao cofinanciamento público do projeto da Câmara da Figueira da Foz para a reabilitação das ruínas e criação de um espaço interpretativo com interesse cultural e turístico.
“A reclassificação permite, pelo menos, avançar com a candidatura. É óbvio que isto está sujeito a uma distribuição [de fundos públicos], e é esta a fase que se segue”, reagiu o presidente da autarquia, João Ataíde, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.

https://www.asbeiras.pt/2018/12/mosteiro-de-seica-promovido-a-monumento-nacional/?fbclid=IwAR29tEcmqj3PXB98kTT5CSJkIgZOEBbCRUt1XiAn5gCmHYoDr5SUpOc8wh0

A SMS lançou mais um livro no dia 15 de Agosto às 11h30, da autoria de Maria Isabel Sousa com o título “O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz”, O evento contou com a presença dos presidentes da junta e da câmara.
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Noticia do Jornal “Voz da Figueira de 15-08-2018”

Autarquia empenhada em salvar “a ruína” do Mosteiro de Seiça

O mosteiro de Seiça deverá vir a ser “expurgado” de tudo o que não tenha a ver com a ruína do convento. «Este é o critério mais seguro para o leque das linhas de financiamento» e para a necessária classificação como “Edifício de Interesse Nacional”, por parte da Direcção Geral do Património Cultural. Palavras do presidente da Câmara, ontem na feira anual de Seiça, no lançamento do livro “O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz – do silêncio dos arrozais ao ruído fabril”, da autoria da docente de História Maria Isabel Sousa.
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Leia a notícia completa na edição em papel.
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Noticia do jornal “Diário_de_Coimbra_16-08-2018”

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Assinala-se hoje, com um programa promovido pela SMS – Associação dos Amigos do Convento de Santa Maria de Seiça, os 505 anos da Feira de Seiça.
Desta forma, é lançado hoje, às 11h30 o livro de Maria Isabel Sousa com o título «O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz».
“Mais um obra demonstrando que Seiça é feita de vários contextos e existem vários pontos a explorar e conteúdos não faltam, desde a história (incerta) às inúmeras estórias. Este trabalho é sobre a fábrica de descasque de arroz e não só. Para alguns, trata-se de um período menos bom. Para outros, traz óptimas recordações de muito trabalho, alguma prosperidade e mesmo memórias de infância, crianças a brincar, Feira d′Ano em outros moldes”, salienta a SMS para quem “o passado já lá vai e no presente as alterações e descaracterizações do mosteiro em prol da fábrica colocam hoje em causa o conseguirmos a classificação enquanto monumento nacional”.
A associação explica ainda que “havia todo um património de arqueologia industrial que a autora registou em fotografias e que também se reveste de interesse histórico. Passado que se cruza com a actualidade”.
Além da presença de feirantes e tasquinhas pela feira, às 16h00 será celebrada missa em honra a Nossa Senhora de Seiça na Capela Octogonal.
O programa termina com música popular portuguesa a partir das 17h00.

http://www.figueiranahora.com/actualidade/maria-isabel-sousa-lanca-livro-o-mosteiro-de-seica-e-a-fabrica-de-descasque-de-arroz

Feira anual de Seiça espera entre 4 a 5 mil visitantes.

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Noticia do jornal “Diário_de_Coimbra_15-08-2018”

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Estamos a poucos dias da feira que se faz anualmente em Seiça há mais de 500 anos e em moldes bem diferentes dos antigos. Continua a trazer muita gente ao local e a SMS irá aproveitar esta ocasião para lançar mais um livro no dia 15 de Agosto às 11h30, desta feita da autoria de Maria Isabel Sousa com o título “O Mosteiro de Seiça e a fábrica de descasque de arroz”. O evento irá contar com a presença dos presidentes da junta e da câmara.
Mais uma obra demonstrando que Seiça é feita de vários contextos e existem vários pontos a explorar e conteúdos não faltam, desde a história (incerta) às inúmeras estórias. Este trabalho é sobre a fábrica de descasque de arroz e não só. Para alguns, trata-se de um período menos bom. Para outros, traz ótimas recordações de muito trabalho, alguma prosperidade e mesmo memórias de infância, crianças a brincar, Feira d’Ano em outros moldes.
O passado já lá vai e no presente as alterações e descaracterizações do mosteiro em prol da fábrica colocam hoje em causa o conseguirmos a classificação enquanto monumento nacional. Por outro lado, havia todo um património de arqueologia industrial que a autora registou em fotografias e que também se reveste de interesse histórico. Passado que se cruza com a atualidade. Seiça é assim e nesta apresentação teremos oportunidade de debater estes temas. Convidamos a todos a participar. Bem hajam.

Noticia e foto de SMS